Casa da Tissa

Entre que a casa é sua

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Terra Blog

23.08.07

Tem bastante indicação

*No blog da Bianca encontrei o seguinte post:

Tô copiando a descrição do dela ok?
SIGNIFICADO: De uma maneira mais ampla, o termo Schmooze é aplicado à nós, blogueiros, que buscamos um relacionamento, uma conexÃo social com os outros blogs e blogueiros, gastamos um tempinho visitando e comentando nos outros espaços, travamos um certo nível de amizade com os outros. Os bons schmoozers tem uma habilidade natural, dentro e fora da blogosfera, de fazer amigos novos ao longo do caminho. Não limitam suas visitas somente ao blogs de sucesso mas, gastam algum tempo para dizer um "oi" aos blogs novos também. São esses que incluem outros nas conversações "inter-blogs", seja mencionando, linkando ou trocando banners, seja convidando para memes e desafios. Digamos que sejam blogueiros "camaradas".
Regrinhas:
1. Se, e somente SE, você receber o "Thinking Blogger Award" ou "The Power of Schmooze Award", escreva um post indicando 5 (cinco) blogs que tem esse perfil "schmoozed" ou que tenha te "acolhido" nesta filosofia.
2.Acrescente um link para o post que te indicou e um para o post do Mike, para que as pessoas possam identificar a origem deste nome. Quem criou o prêmio foi ele.
3.3. Opcional: Exiba orgulhosamente o "Thinking Blogger Award" ou o "The Power of Schmooze Award" com um link para este post que você escreveu
."
Tudo bem, sei que sou uma das indicadas, mas hoje não vai dar para colocar o nome dos meus indicados. Vou deixar para semana que vem.

**Que loucura!
Na Rússia, crocodilo de estimação cai do 12º andar de um prédio e perde apenas um dente.
Deu no Expresso Regional, na coluna Mundo louco, pg.5

***Fui convidada a colaborar com uma edição do O Arroto. Fiquei receosa, afinal, quanta responsabilidade postar no blog dos outros, ainda mais num blog tão original e bom como o do Daniel. Mas tenho aprendido que não devemos recusar propostas e responsabilidades por causa do medo de falhar, afinal, ninguém sabe tudo, e é fazendo as coisas que aprendemos a fazê-las bem. Tento uma vez. Se não der certo, aí vou avaliar pelo resultado se vale a pena continuar tentando, ou devo desistir de vez.
A primeira vez que fui chamada a apresentar um trabalho em sala de aula (em grupo), na época estava no curso técnico, tremi “na base”. Na hora da apresentação dei um jeito de me esconder atrás dos outros. Alguns anos depois na faculdade, precisei apresentar um trabalho (individual) na frente da turma, mas como o trabalho era meio pessoal (sobre um recurso que eu utilizava no meu trabalho), tirei de letra, com pouco nervosismo. Descobri então, que quando conhecemos um assunto, não temos porque temer falar sobre ele seja para um amigo íntimo, seja para uma platéia.
Tinha horror à igrejas onde o pastor chamava um membro pelo nome para orar perante toda a congregação.Até que aceitei a Jesus e comecei a congregar numa igreja pequena, mas com o inconveniente de um membro ou outro ser chamado para orar. No início já tremia só em pensar na possibilidade de ser chamada, afinal, recusar podia ficar feio e indelicado. Mas graças a Deus, Ele conhecendo essa minha dificuldade, me deu tempo. Só fui chamada a orar perante a todos quase dois anos depois de estar freqüentando a igreja, e assim eu já estava preparada. Hoje, sem nervosismo, oro em qualquer grupo, de cristãos ou não, dentro ou fora da igreja, perante a uma ou 20 pessoas.
Também na primeira vez que fui chamada para dirigir um culto fiquei nervosa. Quanta responsabilidade, levar a palavra de Deus para os outros!Tinha sido pega de surpresa, sem muito conhecimento da bíblia ainda. Quis recusar, mas não podia fugir da responsabilidade. Aceitei, mas não fui bem. O tema não foi escolhido por mim. Foi escolhido pela pessoa que me convidou a dirigir o culto. E apesar do assunto ser de fácil compreensão e explicação (A páscoa), não consegui conduzí-lo. Mas nem por isso fugi a responsabilidade de outras vezes que fui convidada a levar a palavra. Ainda com um pouco de nervosismo, claro, mas com mais naturalidade. Mas sei que com a freqüência, com conhecimento do assunto, e claro, Deus a frente, poderei um dia falar com eloqüência diante de uma congregação. Mas o desenvolvimento não seria possível se em todas as vezes que fosse chamada, recusasse.

No jardim do Édem: Eva pergunta a Adão quantas mulheres ele tem. Ele reafirma que ela é a única. Eva finge que acredita e quanto Adão adormece, ela começa a contar quantas costelas ele tem.

 Penetrando...
F., marido de uma amiga minha, resolve entrar de penetra, juntamente com mais dois colegas, numa festa de casamento. Bebericando aqui, beliscando ali, se encostam num balcão, e logo o noivo se aproxima.
-
Boa noite! Vocês estão acompanhando quem?- muito polido.
-Hã! Hummm!
A noiva se aproxima e pergunta se o marido não iria apresentá-la aos “convidados” dele.
-
Mas eu pensei que fossem convidados seus!?
O casal se entreolha, e em seguida o noivo convida F. e seus amigos a se retirarem da festa.

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