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“Deus é meu refúgio e minha forlaleza.”
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Êta, vida boa! Não estou de férias, não, mas ainda assim tenho que dizer que a vida é muuuito boa. A semana está seguindo tranqüila. Hoje cuidei um pouco de mim: fui a manicure. Talvez fim de semana faça uma escova no cabelo. Mulher é assim, tem que está sempre fazendo alguma coisa pela sua aparência. Por elas mesma, afinal, estar bonita e bem cuidada levanta a auto-estima, e pelos homens também. Claro! Pois por mais que tenhamos nossos parceiros, não estamos satisfeitas se não recebermos um elogio de “fora”. Não estou falando de flerte, mas me referindo a uma palavrinha vez ou outra para massagear nosso ego. Aquela coisa que te faz sorrir para si mesma, ou te impulsiona a ir em frente. Certo dia estava a caminho do médico, usava jeans e uma blusa amarela, decente, mas bonita e sensual até certo ponto. O cabelo escovado,que me deixa com ar de adolescente. Foi então que num trecho de rua, ouvi dois comentários “levanta ânimo” e percebi alguns olhares discretos a medida que caminhava. Nossa! Fiquei parecendo que ia as compras e não ao médico. Claro, tem que ter o cuidado para não deixar que os elogios suba a cabeça e com ele aflore a sensualidade maligna. Mas aí é outra coisa.
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A noite avançava e o bêbado continuava sentado no meio-fio. O policial passa a primeira vez e observa. Fazendo a ronda, retorna aquele mesmo lugar pouco depois e lá estava o bêbado. Preocupado em aquele bêbado trazer problemas mais tarde, o policial pára perto dele e diz:
-É melhor o senhor ir pra casa, moço.
-Tô querendo i.
-Então anda. Vai ficar aqui parado fazendo o que?
-Ué! Num dizi qui u mundo gira? Intão, si gira, minha casa vai te qui passa aqui em algum momentu.
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Cena íntima:
Era dia de almoçarmos macarronada, portanto, era dia de meu marido ir para a cozinha. Fui a igreja, depois em casa de minha mãe, e na volta, passando de meio dia, esperava encontrar o almoço a caminho. Mas encontrei foi meu marido na cama, assistindo ao basquete, sem o menor jeito de que iria se levantar logo.
-Amor! Lembra que hoje o almoço está por sua conta?
-Está?
-Você não disse que queria comer macarrão?
-Disse! Mas estou assistindo o basquete, vamor comer outra coisa mesmo.
-???
-É? E o que vou providenciar a essa hora?
-Ah, se der tempo, depois que terminar o jogo eu faço o macarrão.
-???
Meia hora depois:
-Porque será que a comida improvisada acaba ficando melhor que a programada?
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Comendo bem: Lagarto ao Pimentão
1 quilo de lagarto (Em um só pedaço)
3 tabletes de caldo de carne
2 pimentões vermelhos picados
1 caixinha de creme de leite
Tempere a carne com sal, pimenta do reino a gosto e frite-a em uma panela de pressão com óleo até que esteja bem dourado de todos os lados. Junte os tabletes do caldo e quatro xícaras (chá) de água fervente e os pimentões .Tampe a panela e deixe cozinhar em fogo médio por 45 minutos , após a fervura.
Retire do fogo, espere sair a pressão e abra a tampa retire a carne , fatie e reserve. Junte o creme de leite ao molho da carne e bata no liquidificador. Sirva sobre a carne fatiada.
Dica: Polvilhe salsa picada sobre a carne no momento de servir
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O que você faria se fosse julgar o seu próprio filho?
Imagine se você vivesse na Roma Antiga, e fosse pai de Nero - um dos homens mais cruéis da História. Ele assassinou a própria mãe e mandou incendiar Roma, culpando por este último delito os cristãos.
Imagine, agora, que Nero estivesse no banco de réus. E, você, além de pai, tivesse de atuar como o seu juiz. Que terrível dilema! Na qualidade de magistrado, teria de condená-lo; como pai, seria impossível deixar de amá-lo. De que forma aplicar a justiça sem ferir o amor? Condenando a seu filho, você resolveria o problema da justiça. Mas não lhe teria dado nenhuma prova de seu amor.
Como resolver esse impasse?
Foi exatamente isso que aconteceu quando Adão quebrantou a ordenança divina no Éden. Em conseqüência de seu pecado, caber-lhe-ia uma única sentença: a morte. Porém, o Justo Juiz não queria que o homem se perdesse. Como, pois, aplicar a justiça a quem se ama tão profundamente?
Como pai e juiz de Nero, você só teria uma saída. Condená-lo. E, em seguida, oferecer-se para cumprir a pena em lugar dele. Mas, e se Nero continuasse a praticar seus cri-mes? Seu sacrifício não teria valor!
Deus agiu precisamente assim. Por justiça, condenou o pecador. Porém, ofereceu a Jesus Cristo, seu Único Filho, para morrer em lugar do homem.
Jamais houve maior prova de amor do que esta.
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna (Jo 3.16).
Este é o Plano da Salvação que a Bíblia nos apresenta. Você é um pecador e, por isso, merece a morte. Todavia Jesus morreu em seu lugar.
E, para livrar-se da condenação eterna, você precisa:
1) Reconhecer que é um pecador;
2) crer na morte expiatória de Jesus;
3) confessá-lo como o seu Único e suficiente Salvador.
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